Descendência Francesa Barão de Ayuruoca

DESCENDÊNCIA DA CASA REAL FRANCESA

 CLÓVIS I E DA RAINHA SANTA CLOTILDE 

Um dos grandes chefes francos foi Childerico I, nascido em 458 e falecido em 481, que se casou com Basina, Princesa da Turíngia. Tiveram um filho nascido em 466 e falecido em 511, a quem deram o nome de Clóvis, cujo destino era mudar o curso da história da Gália, hoje a França e, por conseguinte, da Europa.

Clóvis subiu ao trono franco ainda adolescente, aos 15 anos, em 481, e com uma maturidade precoce fez suas primeiras conquistas. A sagacidade na deliberação e ousadia na execução distinguiram, sobretudo este soberano dos francos, povo bárbaro, tendo se convertido ao catolicismo. Foi grande guerreiro unificador de seu povo, campeão da Igreja Católica contra a heresia ariana.

Dentre as hordas de bárbaros que investiram contra as possessões romanas do Ocidente na Europa central, destacaram-se os francos, povo guerreiro e valente. Ora unindo-se às tropas imperiais, ora combatendo-as, tornaram-se tão poderosos, que a filha de um de seus reis, Eudóxia, veio a casar-se com o Imperador Arcádio. Com a queda do Império Romano em 476, os francos dominaram o norte da Gália; os Godos, o sul; os Borguinhões, as duas margens do Ródano, restando ainda, entre os rios Sena e Loire, remanescentes do Império sob o governo de Siágrio.

Conforme já tinha feito seu pai, Clóvis, apesar de pagão, manteve cordiais relações com os Bispos da Gália e quando subiu ao trono, recebeu amistosa carta de São Remígio, arcebispo de Reims.

Cheio de vitalidade no ardor de sua juventude, e para satisfazer o ânimo belicoso de seus súditos, Clóvis partiu para a conquista de novas terras, começando por derrotar Siágrio, que se refugiou junto a Alarico, rei dos visigodos. Clóvis intimou Alarico a entregar o fugitivo e o executou, apoderando-se de seu reino, estabelecendo Soissons como sua capital.

Nessa época surge um fato legendário que aparece em todas as biografias do grande guerreiro, isto porque, após a batalha contra Alarico, os francos haviam tomado como despojo de guerra, entre outras preciosidades da igreja de São Remígio, um belíssimo vaso. O arcebispo pediu a Clóvis, que muito o respeitava, que o devolvesse e o Rei prometeu fazê-lo. Foi a Soissons, onde seriam divididos os despojos, pediu a seus guerreiros que, além da parte que lhe cabia como Rei, lhe dessem também o vaso, para devolvê-lo a São Remígio. Todos concordaram, menos um, que, de mau humor, disse ao rei: “Tu não terás senão o que te couber por direito”. Como bárbaro que era, atingiu o vaso com sua acha e o Rei, embora indignado, não disse nada. Um ano depois, seus soldados apresentaram-se armados diante dele e ao chegar em frente do soldado insolente, Clóvis derrubou-lhe a acha das mãos e desferiu-lhe tremendo golpe na cabeça, dizendo: “Foi assim que trataste o vaso de Soissons”.

Era um conquistador com um grande tino político, estendeu seus domínios além do Rio Sena e depois até o Loire.

Como grande estadista, usou de muita compreensão para com os povos conquistados, tratando do mesmo modo os galo-romanos e os francos, escolhendo entre ambos seus conselheiros, respeitando as leis locais, não tomando suas propriedades. Tomou para si e seus guerreiros somente as que pertenciam ao Imperador ou ao Estado. Com isso, foi bem recebido por essas populações e firmou seu poderio sobre suas conquistas. Recebeu do Imperador de Constantinopla o título de Patrício, de cônsul e de Ilustris, o que mais confirmou sua autoridade aos olhos dos povos conquistados.

O conhecido historiador belga Godofredo Kurth sintetizou de modo feliz a missão providencial e histórica do rei franco: “Como estadista, conseguiu o que não alcançou nem o gênio de Teodorico, o Grande, nem o de nenhum dos reis bárbaros seus contemporâneos: sobre as ruínas do Império Romano, construiu um poderoso sistema, cuja influência dominou a civilização européia durante muitos séculos”.

Casou-se com Santa Clotilde, esposa apostólica e 1ª Rainha católica dos francos, aconselhado pelos Bispos católicos de seu reino, ao pedir a mão da princesa Clotilde, sobrinha do rei Borguinhão, o qual havia assassinado os próprios pais para apoderar-se do trono. Segundo uma tradição, o rei havia dado seu consentimento, mas depois se arrependeu e mandou uma escolta atrás de Clotilde, que conseguiu chegar ilesa até a fronteira franca, onde Clóvis a aguardava.

Esse casamento foi providencial, pois tanto o rei borguinhão quanto o dos visigodos eram arianos e oprimiam seus súditos, que eram na maioria católicos e Clotilde mantivera-se fiel filha da Igreja Católica, e começou a trabalhar junto a seu marido para convertê-lo à verdadeira fé, o que foi alcançado.

Entretanto a graça ia trabalhando a alma de Clóvis e em 496, durante a batalha de Tolbiac contra os alamanes, o rei franco viu que seu exército estava a ponto de ser aniquilado, lembrou-se então do “Deus de Clotilde”, ajoelhou-se e, com os braços para o céu, prometeu a Jesus Cristo que, se Este lhe concedesse a vitória, Ele creria e imediatamente a batalha tomou outro rumo, e os alamanes foram derrotados.

A rogos de Santa Clotilde, São Remígio encarregou-se de instruir Clóvis e seus francos na fé católica. Contam as crônicas que, quando o santo Arcebispo narrava a Paixão de Cristo àqueles bárbaros, Clóvis ficava indignado com as sevícias que infligiram ao Salvador e, batendo com sua lança no solo, exclamava: “Ah! Por que não estava eu lá com os meus francos”!

No dia de Natal de 496 foi celebrado solenemente o batismo do Rei franco, de sua irmã, e de três mil de seus guerreiros. Todo o caminho até a catedral de Reims estava engalanado com flores e florões. O templo sagrado, ricamente adornado, brilhava à luz de uma infinidade de velas em meio a nuvens de incenso. O Rei bárbaro, emocionado, perguntou a São Remígio: “Santo Padre, é este o Céu”?

No momento em que o batizava, disse São Remígio as célebres palavras: “Curva a cabeça, sicambro (um dos nomes dados aos francos), ama o que queimaste, e queima o que adoraste”.

Em seguida dar-se-ia a sagração do rei e em meio à multidão que lotava a igreja, não era possível ir buscar o óleo na sacristia, então surgiu no ar uma bela pomba branca, trazendo no bico uma ampola de óleo. Essa ampola serviu depois para a sagração de todos os Reis franceses até Luís XVI, e só foi quebrada pelo deputado Rommé durante a malfadada Revolução Francesa de 1789. O batismo de Clóvis trouxe conseqüências transcendentais, pois o batismo de Clóvis trouxe conseqüências incalculáveis para os destinos da Igreja e da França. Clóvis, católico, foi considerado desde então como o chefe do catolicismo. Santo Avito, bispo de Vienne e primaz das igrejas da Borgonha, apressou-se em felicitá-lo: “Vossa adesão à fé é nossa vitória; todas as vezes que vós combaterdes, seremos nós que triunfaremos”.

O reino de Clóvis tornou-se na época, o primeiro Estado católico em meio a reinos pagãos ou arianos do Ocidente, e ocupava o território que correspondia aproximadamente ao da França de hoje, em vista disso, essa nação recebeu o glorioso título de Filha Primogênita da Igreja.

Clóvis prestou grande serviço à Igreja Católica, combatendo o arianismo. Assim, no ano 500, numa guerra fratricida no reino da Borgonha, aliou-se a um dos irmãos arianos e, unidos, venceram as tropas do outro que, para salvar-se, prometeu pagar um tributo anual ao rei franco. Assim os dois reis borguinhões tornaram-se tributários do monarca franco. Com isso cessaram as pressões sobre os católicos daquele reino.

Mais tarde Clóvis venceu os visigodos da Aquitânia, também arianos, onde era ansiosamente esperado pelos católicos locais, duramente perseguidos, sendo encorajado nessa empresa pelo Imperador bizantino Anastácio e com esta vitória, os francos tomaram posse do reino visigótico até os Pireneus e o rio Rhone.

Ao norte da Gália, o Rei dos francos foi se assenhorando, nem sempre por métodos lícitos, dos outros reinos francos que existiam ao lado do seu, mas como Clóvis era aparentado a esses reis, foi em parte por direito de sucessão, em parte por aclamação popular, que ele se tornou soberano único de quase toda a Gália.

Aí surge o papel da Igreja Católica na formação do reino franco, pois ao se tornar senhor de um grande reino, Clóvis mudou sua capital para Paris, administrando suas várias províncias através de Condes, seus representantes, e formou uma aristocracia composta de francos e galo-romanos e ordenou que fosse posta por escrito a Lei Sálica e foi graças à sua conduta em relação à Igreja Católica que Clóvis pôde estender tão facilmente seu poder sobre a Gália, e mesmo antes de sua conversão, mantinha relações com São Remígio e Santa Genoveva, grande amiga de sua esposa, a qual acha-se enterrada na Igreja dedicada a esta Santa, em Paris e anda acompanhado de São Avito, enquanto mantém relações cordiais com os bispos católicos dos reinos arianos.

Clóvis faleceu repentinamente com 45 anos de idade, tendo sido sepultado na cripta da igreja de Santa Genoveva, que ele havia construído e lá permaneceu seu sarcófago até que os revolucionários, durante a Revolução Francesa, o quebraram e espalharam suas cinzas, destruindo também o belo santuário, ou seja, estava enterrado junto à esposa, mas que uma revolução bestial separou após 1238 anos o casal responsável pela conversão da França à religião católica.

O Rei Franco deixou a seus quatro filhos, Childerico, Clotário, Chrona e Heloisa, um reino que antes não fora senão retalhos esparsos e agora assentava a base da futura França, pois depois da queda de Roma em 476, que marca o início da Idade Média, e a estabilidade das novas nações do Ocidente se recompõe sob a liderança dos francos. Em 481 à margem esquerda do rio Reno, a nordeste da Gália, os habitantes da região são da tribo dos francos sálicos, seu chefe é Clovis, um homem de ambição e vinte anos depois, a ambição é realizada: Clóvis é dono de quase todo o território da França atual e adota o cristianismo como a religião oficial de seu povo. Clóvis tem o apoio da Igreja Católica Apostólica Romana, apoio que se converteria na longa aliança entre o Papa e os Reis Francos.

Estabelecidos na Alemanha Ocidental e no Norte da França, com capital em Archen, ou Aquisgrana ou Aix-la-Chapelle, na região do Reno, se expandiram, conquistando e influenciando e mesmo depois de dividido o Império Franco em França e Alemanha, estas duas nações se mantêm até hoje como as principais nações na história da Europa, com reflexos sobre a filosofia do Ocidente e depois do mundo.

Estava assim iniciada a história dos francos com a unificação das tribos, sob o Rei Clovis I, em 481, pois com a sua conversão ao cristianismo, por influência de sua esposa, facilitou uma nova cultura para o seu povo. 

Batismo de Clóvis I

 

Nos transcursos dos 1500 anos do Batismo do Rei Franco Clóvis I, em 1996, a Revista “Herdeiros do Porvir” em sua edição nº 3, Ano I, outubro de 1996, traz declarações do Príncipe Henri, Conde de Paris, Chefe da Casa Real Francesa, casado com a Princesa Dona Isabel de Orleans e Bragança, filha de D. Pedro de Alcântara e neta da Princesa Isabel, ao Jornal “Le Figaro”.

Diz o Príncipe: “Foi um acontecimento providencial, do qual as testemunhas da época não podiam medir o alcance nem as conseqüências. Com o recuo do tempo vemos melhor. Se Clóvis não aparecesse e não se tivesse feito cristão, podemos afirmar que os fundamentos da França e da Europa não teriam encontrado seu ponto de apoio. Nós estamos numa época em que procuramos reencontrar nossos valores. Uma civilização vive, antes de tudo, pela sua alma e pelo seu espírito. No ato que se celebrará vejo a ocasião incomparável, eu diria fundamental, de reencontrar as fontes de nossa cultura, o essencial daquilo que devemos preservar, de modo inteligente e corajoso, se quisermos refazer a França e a Europa”.

 

 

 

 

 

CUSTÓDIO FERREIRA LEITE – BARÃO DE AYURUOCA, nascido em São João del Rei, MG, em 03/12/1782 e faleceu na fazenda Louriçal em 17/11/1859; Em 1959, os seus restos mortais foram transferidos para o cemitério de Mar de Espanha, MG - Bacharel em Direito, Fazendeiro, Capitão-mor, Major e Coronel da Guarda Nacional; por Decreto de 14 de maio de 1855, recebeu do Imperador D. Pedro II, o título de Barão de Aiuruoca, pelo seu desprendimento em prol do desenvolvimento do Vale do Paraíba, construindo estradas, escolas, templos e monumentos; Comendador da Ordem de Cristo em 14/03/1855. Tanto o Imperador D. Pedro I, como seu filho, D. Pedro II, o distinguiam com uma particular amizade. Fixou-se com a família, criados e escravos nas margens do Rio Paraíba, tendo plantado café. Para facilitar a independência administrativa, doou não somente os terrenos em que deveria ser erigida a Vila de Barra Mansa, como também reservou grandes áreas, nas proximidades destinadas a serem oferecidas gratuitamente aos colonos que nelas desejassem se fixar e assim, em 03/10/1832 foi criado o município de Barra Mansa, o qual fundou com seu irmão JOAQUIM LEITE RIBEIRO; construiu as Catedrais de Barra Mansa, Areal, Conservatória, Valença, Sapucaia, Mar de Espanha e Vassouras; Deputado Provincial de Minas Gerais; Possuía a Comenda da Imperial Ordem de Cristo; casou-se em 26 de outubro de 1811 com a Sra. TEREZA MARIA de MAGALHÃES VELOSO. TEREZA MARIA ROSA DE MAGALHÃES VELOSO (FEREIRA LEITE), BARONESA DE AIURUOCA, filha de HENRIQUE LOUZADA DE MAGALHÃES e de MARIA JOSEFA DA CONCEIÇÃO VELOSO.

 

Filho de:

 

ESCOLÁSTICA MARIA DE JESUS MORAIS LEITE RIBEIRO, nascida em São João Del Rei, MG, em 22/12/1745 e falecida em São João Del Rei em 25/06/1823, que deu aos “Leite”, a partir desse casamento, descendência direta das Casas Reais Espanholas de Leão, Navarra, Castela, Astúrias e dos Reis Visigodos da Espanha, casada com JOSÉ LEITE RIBEIRO, então Sargento-mór, nascido em Braga, Portugal, 01/07/1723 e faleceu em São João Del Rei, MG, 04/10/1801. Filho de FRANCISCO LEITE RIBEIRO, nascido em Barrosas de Santa Eulália, Conselho de Lousada, Termo de Guimarães, Arcebispado de Braga, Portugal e de ISABEL FERREIRA (LEITE RIBEIRO), nascida em Barrosas de Santa Eulália, Conselho de Lousada, Termo de Guimarães, Arcebispado de Braga, Portugal.

Filha de:

 

MARIA DE ASSUNÇÃO MORAIS, nascida em São João Del Rei, 1721, falecida na mesma cidade em 20/02/1763. Casou em 1739 com o então Sargento-Mór LOURENÇO CORRÊA SARDINHA, falecido em São João Del Rei, 22/06/1747, Português, filho de PEDRO CORRÊA E ISABEL SARDINHA, naturais de Arganil, Coimbra, Portugal.

 

Filha de:

 

ANA PIRES DE OLIVEIRA, falecida em 1753. Casou em São Paulo, SP, em 20/12/1720 com ANTONIO VIEIRA DE MORAIS, falecido em 1742, filho de ANTONIO VIEIRA DOURADO, Português, nascido em Oliveira, Portugal. Casou em 1692 com FRANCISCA MACEDO, paulista. A partir de 1736 passaram a residir em São Miguel de Cajuru, distrito de São João Del Rei, MG.

 

Filha de:

 

ANA DE MORAIS MADUREIRA, nasceu em São Paulo, SP, em 1665, casou em 1679 com MATIAS DE OLIVEIRA LOBO, paulista, Vereador em São Paulo, SP, de 1715 a 1720. Faleceu em 1745. Filho de SALVADOR FRANCISCO DE OLIVEIRA E ANA PIRES. Neto paterno de MANOEL FRANCISCO PINTO, português de Guimarães e de JÚLIA DE OLIVEIRA. Neto materno de ANTONIO DE SIQUEIRA, paulista, falecido em 1648 e de MARIA AFONSO. Bisneto paterno de BALTASAR FRANCISCO PINTO e MARIA GONÇALVES DE FREITAS e de MATIAS DE OLIVEIRA LOBO e ISABEL DA CUNHA. Bisneto materno de FRANCISCO DE SIQUEIRA, português, Juiz e Capitão dos Índios, em São Paulo, SP, em 1606 e Vereador de 1629 a 1634 e ANA PIRES DE MEDEIROS, paulista, falecida em 1668, e de PASCHOAL DIAS e FELIPA RODRIGUES. Descendente direta de SILVA LEME, O CACIQUE TIBIRIÇÁ, pai de BARTIRA, batizada de ISABEL DIAS, que casou com JOÃO RAMALHO, Capitão-mor de São Paulo em 1562.

 

Filha de:

 

Capitão (então) FRANCISCO VELHO DE MORAIS, nascido em 1599, falecido em 1674. Juiz Ordinário de São Paulo e um dos proclamadores da restauração portuguesa em São Paulo, em 03/04/1641. Casado com FRANCISCA DA COSTA ALBERNAZ, paulista, falecida em 1679.

 

Filho de:

 

ANA DE MORAIS DE ANTAS, casada em 2ª núpcias com FRANCISCO VELHO, português, Juiz Ordinário de São Paulo, SP, Procurador do Conselho e Vereador. Falecida em 1619.

 

Filha de:

 

BALTASAR DE MORAIS DE ANTAS, chegou ao Brasil em 11/09/1579, trazendo carta de Nobreza. Faleceu em 1600. Foi Juiz Ordinário em São Paulo, onde se casou com BRITES RODRIGUES ANNES, filha de JOANNES ANNES SOBRINHO, português, Juiz Ordinário de Santo André da Borda do Campo e Procurador do Conselho Municipal. Vila fundada por João Ramalho e que foi seu primeiro Alcaide-mor, ou seja, Prefeito.

 

                             

                                DESCENDÊNCIA EUROPÉIA

 

                            PORTUGAL, ESPANHA E ITÁLIA

 

Filho de:

 

INÊS NAVARRO DE ANTAS, casada com seu primo PEDRO DE MORAIS, filho de VASCO RODRIGUES DE MORAIS ANTAS.

 

Filha de:

 

19 – ISABEL MENDES DE ANTAS, casada com NUNO NAVARRO.

 

Filha de:

 

MENDO DE MORAIS DE ANTAS, Senhor de Vimioso, casado com MARGARIDA DE VASCONCELOS.

 

 

 

Filho de:

 

AFONSO PIRES DE MORAIS DE ANTAS, Senhor de Vimioso e outras Terras, casado com ALDONÇA GONÇALVES DE MORAIS, filha de LUIZ PIRES DE TÁVORA E DE ALDA DE MORAIS.

 

Filho de:

 

INÊS RODRIGUES DE MORAIS, casada com MENDO ESTEVES DE ANTAS.           

 

Filha de:

 

RUI MARTINS DE MORAIS, ALCAIDE DE BRAGANÇA, em 1321, Senhor de Morais. Casado com ALDA GONÇALVES MOREIRA, filha de GONÇALO RODRIGUES MOREIRA E DE MÓR MARTINS.

 

Filho de:

 

MARTIM GONÇALVES DE MORAIS, viveu nos reinados de Sancho 2º e Afonso 3º, entre os anos de 1223 e 1278, aos quais prestou serviços de guerra. Casou com ELVIRA PIRES TAVARES.  

 

Filho de:

 

GONÇALO RODRIGUES DE MORAIS, Senhor de Sória, que passou a Trás-os-Montes em Portugal e deu o nome ao lugar de MORAIS, 1150 A 1220. Casado com CONSTANÇA SOARES, filha de SOEIRO DIAS OVEQUES E SANCHA PIRES.     

 

Filho de:

 

26– RODRIGO GARCEZ DE AZA. 

 

Filho de:

 

GARCIA GARCEZ DE AZA, Senhor de Montijo, Penafiel e Castelo de Serracim, casado com LEONOR FORTUNES. Filha de FORTUM LOPES DE MORALES E ELVIRA PERES. ELVIRA PERES é filha de PEDRO NUNES, Senhor de Fuente Almecir e de ELVIRA PERES DE LARA. 

 

Filho de:

 

GARCIA DE CAMBRA. 

 

Filho de:

 

ELVIRA DE TÓRO, nascida em 1034 e falecida em 1099. Casou com seu primo GARCIA DE NAVARRA, Espanha, 4º Senhor de Aza, neto de FERNÃO GONÇALVES, CONDE SOBERANO de CASTELA-INDEPENDENTE e de SANCHA GOMES, INFANTA DE NAVARRA. SANCHA GOMES é filha do CONDE GOMES ECHIGUES, 6º Senhor de Souza e de GONTROIDE MONIZ. GONTROIDE MONIZ é filha de MUNIO FERNANDES DE TÓRO; O CONDE GOMES ECHIGUES é filho de CONDE ECHIGUES GOÇOY e de ARAGUNTA SOARES; ARAGUNTA SOARES é filha de SOEIRO DE NOVELAS e de MAYOR DIAS; MAYOR DIAS é filha de DIOGO RODRIGUES, chamado Procelos, CONDE E SOBERANO DE CASTELA e fundador de Burgos.

 

Filha de:

 

SANCHA, 13ª RAINHA DE LEÃO, Espanha, casada com FERNANDO, 1º REI DE CASTELA, em 1035. FERNANDO, REI DE CASTELA é filho de SANCHO III, REI DE NAVARRA e de ELVIRA GARCIA, 5ª CONDESSA DE CASTELA-INDEPENDENTE.

 

Filha de:

 

AFONSO V, 11º REI DE LEÃO, Espanha, falecido em 1027 no cerco de Vizeu, em Portugal. Casado com ELVIRA MELENDEZ; ELVIRA MELENDEZ, filha do CONDE DE GALIZA, Espanha, MELENDO GONÇALVES E MAYOR.

 

Filho de:

 

BERMUDO, 10º REI DE LEÃO, Espanha, falecido em 999, casado com ELVIRA FERNANDES. ELVIRA FERNANDES é filha de GARCIA FERNANDES, 2º CONDE DE CASTELA-INDEPENDENTE e AVA FERNANDES.

 

Filho de:

 

ORTONHO III, 7º REI DE LEÃO, Espanha, falecido em 955, casado com ELVIRA. ELVIRA é filha de GONÇALO e de TERESA, ele CONDE DAS ASTÚRIAS, Espanha.

 

Filho de:

 

RAMIRO II, 6º REI DE LEÃO, Espanha, falecido em 950. Casou com URRACA TERESA FLORENTINA. URRACA TERESA FLORENTINA, é filha de SANCHO GARCIA, 3º REI DE NAVARRA, Espanha, e de TODA ASNAR. TODA ASNAR é filha de ASNAR GALINDEZ, 2º CONDE DE ARAGÃO.  

 

Filho de:

 

ORDONHO II, 3º REI DE LEÃO, Espanha, faleceu em 924. Casou com MUNIA ELVIRA. MUNIA ELVIRA é filha do CONDE MENDO GUTIERREZ e de ERMISENDA GUTIERREZ.

 

Filho de:

 

AFONSO III, O Magno, 1º REI DE LEÃO, e o 12º REI DAS ASTÚRIAS, Espanha, faleceu em 912. Casado com XIMENA DE NAVARRA. XIMENA DE NAVARRA é filha de GARCIA INIGNEZ e de URRACA INIGNEZ, ele REI DE NAVARRA, Espanha. URRACA INIGNEZ, RAINHA DE NAVARRA, é filha de SANCHO SANCHEZ, CONDE DE GASCUNHA, Espanha.

 

Filho de:

 

ORDONHO I, 11º REI DAS ASTÚRIAS, Espanha, falecido em 866; Casado com MUNIA DONNA.

 

 

 

 

Filho de:

 

RAMIRO I, 10º REI DAS ASTÚRIAS, Espanha, falecido em 850; Casado com sua prima URRACA PATERNA. URRACA PATERNA é filha de DIOGO RODRIGUES, 2º CONDE DE CASTELA, Espanha.

 

Filho de:

 

BERMUDO I, 8º REI DAS ASTÚRIAS, Espanha, falecido em 795; Casado com a INFANTA de Navarra, Espanha, USENDA NUMINHA.

                  

Filho de:

 

VIMÁRIO, Príncipe da Casa Reinante das Astúrias, Espanha, falecido em 766; casou com USENDA.

 

Filho de:

 

AFONSO I, 3º REI DAS ASTÚRIAS, Espanha, falecido em 757; Casou com sua prima ERMIZENDA, Princesa das Astúrias, Espanha. ERMIZENDA é filha de PELÁGIO, 1º REI DAS ASTÚRIAS e de GANDIOSA, RAINHA DAS ASTÚRIAS.

 

Filho de:

 

PEDRO DE CANTÁBRIA, DUQUE DE CANTÁBRIA, Espanha, nascido em 700, nosso.

 

Filho de:

 

FLÁVIO ERVÍGIO, 31º REI VISIGODO da Espanha, reinando entre 680 e 687; casou com LUIBIGOTONA. A Rainha Visigoda Espanhola LUIBIGOTONA, é neta de RECADERO I, 18º REI VISIGODO da Espanha, casado com a RAINHA CLODUSINDA. A RAINHA CLODUSINDA é filha dos REIS DA AUSTRÁSIA-LORENA, em França, o REI SEGIBERTO e a RAINHA BRUNNECHILDE. O REI RECADERO I é irmão de Santo HERMENEGILDO, que terá sua vida descrita em anexo.

 

 

Filho de:

 

ARDABASTO, CONDE, casado com sua prima FLÁVIA CIDASUNTO. FLÁVIA CIDASUNTO é filha de FLÁVIO CIDASUNTO, 28º REI  VISIGODO da Espanha e de RICIBERGA CIDASUNTO.

 

Filho de:

 

ATANAGILDO, casado com FLÁVIA JULIANA. FLÁVIA JULIANA é sobrinha do Imperador Maurício, do Império Romano do Oriente.

 

Filho de:

 

HERMENEGILDO, REI DE SEVILHA, Espanha, casou com a Princesa INGUNDA. A Princesa INGUNDA é filha dos REIS DA AUSTRÁSIA-LORENA, em França, o REI SEGIBERTO e a RAINHA BRUNNECHILDE. HERMENEGILDO, REI CATÓLICO, foi degolado por ordem do pai, por se negar a professar a sua religião, a Ariana, tornou-se mártir da fé católica, no Sábado Santo de 13 de abril de 586 e o seu principal milagre depois de sua morte, foi a conversão do pai, a que se seguiu a de toda a Espanha à religião Católica. A Igreja celebra sua festa no dia 13 de abril. Foi canonizado em 595, quando se tornou SANTO HERMENEGILDO.

 

Filho de:

 

LEOVIGILDO, 17º REI VISIGODO da Espanha de 568 a 586; Casou com sua prima TEODÓSIA. TEODÓSIA é filha de SEVERINO, DUQUE DE CARTAGENA e de TEODORA. TEODORA, Duquesa de Cartagena, é filha de TEODORICO, 10º REI VISIGODO da Espanha e 1º REI OSTROGODO da Itália. Pai de RECADERO I, 18º REI VISIGODO da Espanha, casado com a RAINHA CLODUSINDA.

 

Filho de:

 

CLOTIDE, RAINHA CATÓLICA DA ESPANHA, casada com AMALARICO, 11º REI VISIGODO da Espanha. AMALARICO nasceu em 506 e faleceu na tomada de Barcelona em 531, quando lutou contra seus cunhados Childerico e Clotário, por querer impor à sua esposa, CLOTILDE, a Religião Ariana, sendo ela Católica. CLOTILDE é filha dos Reis Francos, CLÓVIS I, REI DOS SÁLICOS, falecido em 27 de novembro de 511 e de CLOTILDE, SANTA CLOTILDE, falecida em 03/06/545. SANTA CLOTILDE está sepultada na Igreja dos Santos Apóstolos em Paris. A RAINHA SANTA, CLOTILDE é filha de CHILDÉRIO, REI DE VIENA, ÁUSTRIA.                             

 

Filha de:

 

CLÓVIS I - REI DOS SÁLICOS, FRANÇA, nascido em 506 e falecido em 551 e de CLOTILDE, SANTA CLOTILDE, falecida em 03/06/545. SANTA CLOTILDE está sepultada na Igreja dos Santos Apóstolos em Paris. A RAINHA SANTA DA FRANÇA, CLOTILDE é filha de CHILDÉRIO, REI DE VIENA, ÁUSTRIA. 

 

Filho de:

 

CHILDERICO I foi um dos grandes chefes francos. Nasceu em 458, faleceu em 481. Casou com BASINA, da Turíngia. Tiveram um filho são e robusto a quem deram o nome de Clóvis. Estava este filho destinado a mudar o curso da história da Gália, hoje França e, por conseguinte, da Europa.